[postlink]
http://sovideonet.blogspot.com/2012/08/raimundos-no-skol-rock-1998.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=uYg3DkhQA-Iendofvid
[starttext]
[endtext]
Mostrando postagens com marcador Raimundos. Mostrar todas as postagens
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[postlink]
http://sovideonet.blogspot.com/2011/03/eu-quero-ver-o-oco.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=TQ7V5tbX-DMendofvid
[starttext]
Composição: Rodolfo
Fizera pouco em tê-lo deixado todo quebrado
Desfigurado, irreconhecível até pra mãe
-mãe, olha só que legal, carro que eu ganhei no natal
Tu que me deu, disse: "cuidado pra que não arranhe"
-menino doido, tu quebrou até os friso
Tem noção do prejuízo?
Acho que o teu véi vai te matar
Os olhos dele esperando o carro do ano
Um modelo italiano
Que acabaram de inventar
Carrão da porra, tu pisava ele voava
Tu freava ele ancorava,
E eu lá dentro a me debater
No bate-bate com a cabeça no volante
Voei pelo, vidro da frente, a raiva preta eu não pude conter
Com o sangue quente,
Cortei a testa,
Quebrei os dente
E toda aquela gente
Peste! num vem ninguém me ajudar
Nem se mexiam, pior que isso eles riam
Teto preto, o tempo fecha, os ovo inflama, ora do pau cantar
Eu quero é ver o oco...
Só na mãozada eu deitei seis, mas detestei matar
Eu quero é ver o oco...
Sem controle, tocando fole, é hora de dançar
Meu ódio por automotores começou cedo
Depois que eu tranquei os dedo na porta dum opalão
Meu pai de dentro se ria que se mijava
Achou que o filho festejava, era dia de cosme e damião
Depois do dedo, foi o braço, a perna as costa
Tu duvida, bate aposta
Pois muitos vão lhe testemunhar
Tanta fratura que deixô a doutora louca
É pino até no céu da boca
Tu cansa só de tentar contar
Eu quero é ver o oco...
É pedir muito uma enfermeira vir me ajudar?
Eu quero é ver o oco...
Ó enfermeira, gente boa, vem me medicar
Eu quero é ver o oco...
Eu quero é ver o oco...
[endtext]
[starttext]
Composição: Rodolfo
Fizera pouco em tê-lo deixado todo quebrado
Desfigurado, irreconhecível até pra mãe
-mãe, olha só que legal, carro que eu ganhei no natal
Tu que me deu, disse: "cuidado pra que não arranhe"
-menino doido, tu quebrou até os friso
Tem noção do prejuízo?
Acho que o teu véi vai te matar
Os olhos dele esperando o carro do ano
Um modelo italiano
Que acabaram de inventar
Carrão da porra, tu pisava ele voava
Tu freava ele ancorava,
E eu lá dentro a me debater
No bate-bate com a cabeça no volante
Voei pelo, vidro da frente, a raiva preta eu não pude conter
Com o sangue quente,
Cortei a testa,
Quebrei os dente
E toda aquela gente
Peste! num vem ninguém me ajudar
Nem se mexiam, pior que isso eles riam
Teto preto, o tempo fecha, os ovo inflama, ora do pau cantar
Eu quero é ver o oco...
Só na mãozada eu deitei seis, mas detestei matar
Eu quero é ver o oco...
Sem controle, tocando fole, é hora de dançar
Meu ódio por automotores começou cedo
Depois que eu tranquei os dedo na porta dum opalão
Meu pai de dentro se ria que se mijava
Achou que o filho festejava, era dia de cosme e damião
Depois do dedo, foi o braço, a perna as costa
Tu duvida, bate aposta
Pois muitos vão lhe testemunhar
Tanta fratura que deixô a doutora louca
É pino até no céu da boca
Tu cansa só de tentar contar
Eu quero é ver o oco...
É pedir muito uma enfermeira vir me ajudar?
Eu quero é ver o oco...
Ó enfermeira, gente boa, vem me medicar
Eu quero é ver o oco...
Eu quero é ver o oco...
[endtext]
Eu Quero Ver o Oco
Marcadores:
Raimundos
[postlink]
http://sovideonet.blogspot.com/2011/03/deixa-eu-falar.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=vVmDoDUQCoQendofvid
[starttext]
Composição: Rodolfo/Digão
Foi , foi , foi mal aí, véi!
Se eu falei um monte de coisa que você não gosta
Com o microfone eu tenho a faca e o queijo
Olho o jornal, eu ouço rádio, eu só ouço bosta
E na tv eu não gosto de nada que eu vejo
Uma camisa-de-força tamanho mirim
Vai ter que me explicar tintim por tintim
Por que a lei só se aplica a mim
Perigo pra sociedade é o que me dizem
E penso comigo mesmo: por que não eu
Pra cuspir o pensar e taxarem de crime?
"é inverno no inferno e nevam brasas
Por favor, escondam-se todos em suas casas
Pois o anjo caído voa com novas asas
Raimundos, Nativus, Black Alien
Quebrando a espinha de filhos da puta
Como num mergulho de águas rasas"
Liberdade de expressão!!!
Deixa eu falar, filha-da-puta!!!
Expressão!!
"a livre expressão é o que constrói uma nação
Independentemente da moeda e sua cotação"
Deixa eu falar, filha-da-puta!!!
Expressão!!
Preste atenção no que eu vou dizer
Consciência e rebeldia é o que eu preciso ter
Pois minha mente pede
Num hardcore ou reggae
A mensagem vem das ruas, não dá pra esconder
Eu tenho um segredo
Já não tenho medo
Viver não vale nada se eu não me expressar
Seja certo ou errado, de cara ou chapado
Quem é calango do cerrado nunca vai mudar
Não tem flagrante não, não tem flagrante não;
Já bolou, acendeu, virou fumaça, subiu pra cuca;
Fim do Silêncio não deixa goela;
Malandro que é malandro sempre segue o ritmo da favela.
Liberdade de expressão!!!
Deixa eu falar, filha-da-puta!!!
Expressão!!
Deixa eu falar, filha-da-puta!!!
Expressão!!
Liberdade de expressão!!!
Deixa eu falar, filha-da-puta!!!
Expressão!!
"a livre expressão é o que constrói uma nação
Independentemente da moeda e sua cotação"
Deixa eu falar, filha-da-puta!!!
Expressão!!
"de junho a junho eu nasço
Eu morro de março a março
Presencio cenas impossíveis de traduzir para o cinema
Não perco atuações e atos
Mesmo quando abaixo pra amarrar os cadarços
Espaço, espaço, eu preciso de espaço
Pra mostrar pra esses covardes seu crepúsculo de aço
Imperial, como Carlos, eu passo
Conexão nordestina
Até Niterói, morte e vida Severina
Passando por Brasília...
Reis..."
(caralho!!!)
[endtext]
[starttext]
Composição: Rodolfo/Digão
Foi , foi , foi mal aí, véi!
Se eu falei um monte de coisa que você não gosta
Com o microfone eu tenho a faca e o queijo
Olho o jornal, eu ouço rádio, eu só ouço bosta
E na tv eu não gosto de nada que eu vejo
Uma camisa-de-força tamanho mirim
Vai ter que me explicar tintim por tintim
Por que a lei só se aplica a mim
Perigo pra sociedade é o que me dizem
E penso comigo mesmo: por que não eu
Pra cuspir o pensar e taxarem de crime?
"é inverno no inferno e nevam brasas
Por favor, escondam-se todos em suas casas
Pois o anjo caído voa com novas asas
Raimundos, Nativus, Black Alien
Quebrando a espinha de filhos da puta
Como num mergulho de águas rasas"
Liberdade de expressão!!!
Deixa eu falar, filha-da-puta!!!
Expressão!!
"a livre expressão é o que constrói uma nação
Independentemente da moeda e sua cotação"
Deixa eu falar, filha-da-puta!!!
Expressão!!
Preste atenção no que eu vou dizer
Consciência e rebeldia é o que eu preciso ter
Pois minha mente pede
Num hardcore ou reggae
A mensagem vem das ruas, não dá pra esconder
Eu tenho um segredo
Já não tenho medo
Viver não vale nada se eu não me expressar
Seja certo ou errado, de cara ou chapado
Quem é calango do cerrado nunca vai mudar
Não tem flagrante não, não tem flagrante não;
Já bolou, acendeu, virou fumaça, subiu pra cuca;
Fim do Silêncio não deixa goela;
Malandro que é malandro sempre segue o ritmo da favela.
Liberdade de expressão!!!
Deixa eu falar, filha-da-puta!!!
Expressão!!
Deixa eu falar, filha-da-puta!!!
Expressão!!
Liberdade de expressão!!!
Deixa eu falar, filha-da-puta!!!
Expressão!!
"a livre expressão é o que constrói uma nação
Independentemente da moeda e sua cotação"
Deixa eu falar, filha-da-puta!!!
Expressão!!
"de junho a junho eu nasço
Eu morro de março a março
Presencio cenas impossíveis de traduzir para o cinema
Não perco atuações e atos
Mesmo quando abaixo pra amarrar os cadarços
Espaço, espaço, eu preciso de espaço
Pra mostrar pra esses covardes seu crepúsculo de aço
Imperial, como Carlos, eu passo
Conexão nordestina
Até Niterói, morte e vida Severina
Passando por Brasília...
Reis..."
(caralho!!!)
[endtext]
Deixa eu falar
Marcadores:
Raimundos
[postlink]
http://sovideonet.blogspot.com/2011/03/palhas-do-coqueiro.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=wX9BSkUa8gYendofvid
[starttext]
Pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa
Debaixo lá das palhas do coqueiro
É onde eu estou a te esperar
Eu fico te esperando ali sozinho
Sem ter carinho e sem ninguém pra me amar
Eu acho que eu já sei porque você não vem
Já deve ter encontrado um outro alguém
Que me roubou, que me roubou o teu carinho
Estou sozinho e sem ninguém pra me amar
Estou sozinho e sem ninguém pra me amar
Debaixo de um teto de espelhos
É onde tu estás a me chifrar
Eu fico aqui coçando os meus córneos,
Imaginando em que motel você está
Eu acho que o grande motivo agora eu sei
Você deve pensar que eu sou broxa ou que eu sou gay
Mas pra provar tudo que eu sinto
Estou sozinho e sem ninguém pra me amar
Estou sozinho e sem ninguém pra me amar
[endtext]
[starttext]
Pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa
Debaixo lá das palhas do coqueiro
É onde eu estou a te esperar
Eu fico te esperando ali sozinho
Sem ter carinho e sem ninguém pra me amar
Eu acho que eu já sei porque você não vem
Já deve ter encontrado um outro alguém
Que me roubou, que me roubou o teu carinho
Estou sozinho e sem ninguém pra me amar
Estou sozinho e sem ninguém pra me amar
Debaixo de um teto de espelhos
É onde tu estás a me chifrar
Eu fico aqui coçando os meus córneos,
Imaginando em que motel você está
Eu acho que o grande motivo agora eu sei
Você deve pensar que eu sou broxa ou que eu sou gay
Mas pra provar tudo que eu sinto
Estou sozinho e sem ninguém pra me amar
Estou sozinho e sem ninguém pra me amar
[endtext]
Palhas do Coqueiro
Marcadores:
Raimundos
[postlink]
http://sovideonet.blogspot.com/2011/03/be-ba.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=7_znzXassV8endofvid
[starttext]
"Esse é o Bê a Bá que eu aprendi lá no sertão,
enchendo a cara de cana e a barriga de pão
Para um melhor resultado eu dei um trato no pulmão
e se o cabra for safado a culpa é do Lampião"
"Eu já conheço as pistoleira e cansei de mulher rampeira
A única que não me cansa é a tal de Maria Tonteira
Por ela eu como vidro, subo a nado cachoeira
Se ela vier prensada apertada é mais maneira"
"Cala boca abestado, deixa de falar besteira
Solução de emaconhado é tapar o sol com a peneira
E quando tu tiver crescido e teu pinto tiver comprido
a vida lhe será cruel"
Mostrando todas as faces e amargando como fél
"Obrigado, sim senhor, por se mostrar preocupado
Só que essa conversa velha é coisa de bebum safado
que num fez nada na vida e com essa língua comprida
só quer atrasar o meu lado"
"E pra completar a história eu vou chamar um cheira-fundo
o nariz é de batata e a fama é de vagabundo
Ele acredita em besta-fera e também no fim do mundo
pra vocês eu apresento: Raimundo"
"O meu nome é Raimundo e comigo não tem vêiz
Se vocês arengarem comigo eu vou lá e mato vocês
porque eu não penso duas vêiz só conto até três
se tu quer saber o que eu faço fale tudo que tu fez
falo da vida nordestina porque a Morte Severina
é sempre o mesmo negócio
se eu posso logo faço só não faço quando não posso
menina se eu te pego eu não deixo é nem os ossos
e se perguntarem quem te viu..."
[endtext]
[starttext]
"Esse é o Bê a Bá que eu aprendi lá no sertão,
enchendo a cara de cana e a barriga de pão
Para um melhor resultado eu dei um trato no pulmão
e se o cabra for safado a culpa é do Lampião"
"Eu já conheço as pistoleira e cansei de mulher rampeira
A única que não me cansa é a tal de Maria Tonteira
Por ela eu como vidro, subo a nado cachoeira
Se ela vier prensada apertada é mais maneira"
"Cala boca abestado, deixa de falar besteira
Solução de emaconhado é tapar o sol com a peneira
E quando tu tiver crescido e teu pinto tiver comprido
a vida lhe será cruel"
Mostrando todas as faces e amargando como fél
"Obrigado, sim senhor, por se mostrar preocupado
Só que essa conversa velha é coisa de bebum safado
que num fez nada na vida e com essa língua comprida
só quer atrasar o meu lado"
"E pra completar a história eu vou chamar um cheira-fundo
o nariz é de batata e a fama é de vagabundo
Ele acredita em besta-fera e também no fim do mundo
pra vocês eu apresento: Raimundo"
"O meu nome é Raimundo e comigo não tem vêiz
Se vocês arengarem comigo eu vou lá e mato vocês
porque eu não penso duas vêiz só conto até três
se tu quer saber o que eu faço fale tudo que tu fez
falo da vida nordestina porque a Morte Severina
é sempre o mesmo negócio
se eu posso logo faço só não faço quando não posso
menina se eu te pego eu não deixo é nem os ossos
e se perguntarem quem te viu..."
[endtext]
Bê a Bá
Marcadores:
Raimundos
[postlink]
http://sovideonet.blogspot.com/2011/03/tora-tora_03.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=7WGnoRKRGLYendofvid
[starttext]
Composição: Rodolfo / Digão
Se ela tá gemendo é porque eu sou um cara legal
Se ela tá tremendo é que ela gostou do meu pau
Se ela tá gritando é que ela tá querendo mais
Se ela tá berrando é hora de meter por trás
Tora Tora, é isso aí moleca doida
é que a moçada da minha área só para quando a bola do olho pula fora
O corpo fala tem sensor ativo,
é o que me faz vivo, então se agacha e chupa a rola agora
Bye bye, não conta pro teu pai, essa é a manha da ariranha
tu diz vem ele não vai
Igual cipreste, só como coisa que preste, eu tô doidão
eu tô à toa terra boa é do nordeste
Se acalma, meu chegado
que o homem já encomendou 10 quilos do prensado,
e tu vai ver que não é do bom
Que se eu te mostro o camarão, que eu tenho lá em casa meu irmão,
tu vai dizer:yeah yeah yeah yeah
Não sei porque tu chora sempre, hoje quando o galo cantou e a nossa brenfa não chegou, corte de faca no isopor
Não sei porque eu não tava lá quando o bicho pegou toda a minha brenfa sem pedir licença
A gritaria rindo anuncia a hora,
eu tô cansado eu vou-me embora vôo de volta pro meu lar
Volto pra casa, pra mulher e pros meus filho
mas não largo do gatilho, essa herança é de lascar
Sendo animal preferi ser o predador,
não sei fingir não sou ator, só vou querer o que quiser
O sanfoneiro toca a música da morte,
com a minha faca eu abro um corte e tu sangra quanto sangue tiver
Tora Tora
ela chegou era da boa, era cheirosa manga-rosa
do jeito que os brasiliense adora adora
Fala mais baixo se dançá tá fudido, e aperta um comprido,
quem aprecia comemora a tora
Vai Trás que é pr'eu ficar em paz,
pode até ser bom demais, só que uma fina assim não faz
Aperta um beck do tamanho desse moleque,
camarão da cabeleira dos cabra que toca reggae
Como troféu de um caçador na sua parede,
37 almas na rede eu levo prá todo lugar
É claro que morrer de tiro ninguém gosta,
então eles grudam nas minhas costas e ficam só me dando azar
Não tem problema minha cabeça tá tranquila,
querem briga façam fila, eu tô aqui e não arredo o pé
Cabra safado em dois tempo te encho de bala
emudeço a tua fala e tu sangra quanto sangue tiver
[endtext]
[starttext]
Composição: Rodolfo / Digão
Se ela tá gemendo é porque eu sou um cara legal
Se ela tá tremendo é que ela gostou do meu pau
Se ela tá gritando é que ela tá querendo mais
Se ela tá berrando é hora de meter por trás
Tora Tora, é isso aí moleca doida
é que a moçada da minha área só para quando a bola do olho pula fora
O corpo fala tem sensor ativo,
é o que me faz vivo, então se agacha e chupa a rola agora
Bye bye, não conta pro teu pai, essa é a manha da ariranha
tu diz vem ele não vai
Igual cipreste, só como coisa que preste, eu tô doidão
eu tô à toa terra boa é do nordeste
Se acalma, meu chegado
que o homem já encomendou 10 quilos do prensado,
e tu vai ver que não é do bom
Que se eu te mostro o camarão, que eu tenho lá em casa meu irmão,
tu vai dizer:yeah yeah yeah yeah
Não sei porque tu chora sempre, hoje quando o galo cantou e a nossa brenfa não chegou, corte de faca no isopor
Não sei porque eu não tava lá quando o bicho pegou toda a minha brenfa sem pedir licença
A gritaria rindo anuncia a hora,
eu tô cansado eu vou-me embora vôo de volta pro meu lar
Volto pra casa, pra mulher e pros meus filho
mas não largo do gatilho, essa herança é de lascar
Sendo animal preferi ser o predador,
não sei fingir não sou ator, só vou querer o que quiser
O sanfoneiro toca a música da morte,
com a minha faca eu abro um corte e tu sangra quanto sangue tiver
Tora Tora
ela chegou era da boa, era cheirosa manga-rosa
do jeito que os brasiliense adora adora
Fala mais baixo se dançá tá fudido, e aperta um comprido,
quem aprecia comemora a tora
Vai Trás que é pr'eu ficar em paz,
pode até ser bom demais, só que uma fina assim não faz
Aperta um beck do tamanho desse moleque,
camarão da cabeleira dos cabra que toca reggae
Como troféu de um caçador na sua parede,
37 almas na rede eu levo prá todo lugar
É claro que morrer de tiro ninguém gosta,
então eles grudam nas minhas costas e ficam só me dando azar
Não tem problema minha cabeça tá tranquila,
querem briga façam fila, eu tô aqui e não arredo o pé
Cabra safado em dois tempo te encho de bala
emudeço a tua fala e tu sangra quanto sangue tiver
[endtext]
Tora Tora
Marcadores:
Raimundos
[postlink]
http://sovideonet.blogspot.com/2011/03/tora-tora.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=aWDdeh-8Rd8endofvid
[starttext]
Composição: Rodolfo / Digão
Se ela tá gemendo é porque eu sou um cara legal
Se ela tá tremendo é que ela gostou do meu pau
Se ela tá gritando é que ela tá querendo mais
Se ela tá berrando é hora de meter por trás
Tora Tora, é isso aí moleca doida
é que a moçada da minha área só para quando a bola do olho pula fora
O corpo fala tem sensor ativo,
é o que me faz vivo, então se agacha e chupa a rola agora
Bye bye, não conta pro teu pai, essa é a manha da ariranha
tu diz vem ele não vai
Igual cipreste, só como coisa que preste, eu tô doidão
eu tô à toa terra boa é do nordeste
Se acalma, meu chegado
que o homem já encomendou 10 quilos do prensado,
e tu vai ver que não é do bom
Que se eu te mostro o camarão, que eu tenho lá em casa meu irmão,
tu vai dizer:yeah yeah yeah yeah
Não sei porque tu chora sempre, hoje quando o galo cantou e a nossa brenfa não chegou, corte de faca no isopor
Não sei porque eu não tava lá quando o bicho pegou toda a minha brenfa sem pedir licença
A gritaria rindo anuncia a hora,
eu tô cansado eu vou-me embora vôo de volta pro meu lar
Volto pra casa, pra mulher e pros meus filho
mas não largo do gatilho, essa herança é de lascar
Sendo animal preferi ser o predador,
não sei fingir não sou ator, só vou querer o que quiser
O sanfoneiro toca a música da morte,
com a minha faca eu abro um corte e tu sangra quanto sangue tiver
Tora Tora
ela chegou era da boa, era cheirosa manga-rosa
do jeito que os brasiliense adora adora
Fala mais baixo se dançá tá fudido, e aperta um comprido,
quem aprecia comemora a tora
Vai Trás que é pr'eu ficar em paz,
pode até ser bom demais, só que uma fina assim não faz
Aperta um beck do tamanho desse moleque,
camarão da cabeleira dos cabra que toca reggae
Como troféu de um caçador na sua parede,
37 almas na rede eu levo prá todo lugar
É claro que morrer de tiro ninguém gosta,
então eles grudam nas minhas costas e ficam só me dando azar
Não tem problema minha cabeça tá tranquila,
querem briga façam fila, eu tô aqui e não arredo o pé
Cabra safado em dois tempo te encho de bala
emudeço a tua fala e tu sangra quanto sangue tiver
[endtext]
[starttext]
Composição: Rodolfo / Digão
Se ela tá gemendo é porque eu sou um cara legal
Se ela tá tremendo é que ela gostou do meu pau
Se ela tá gritando é que ela tá querendo mais
Se ela tá berrando é hora de meter por trás
Tora Tora, é isso aí moleca doida
é que a moçada da minha área só para quando a bola do olho pula fora
O corpo fala tem sensor ativo,
é o que me faz vivo, então se agacha e chupa a rola agora
Bye bye, não conta pro teu pai, essa é a manha da ariranha
tu diz vem ele não vai
Igual cipreste, só como coisa que preste, eu tô doidão
eu tô à toa terra boa é do nordeste
Se acalma, meu chegado
que o homem já encomendou 10 quilos do prensado,
e tu vai ver que não é do bom
Que se eu te mostro o camarão, que eu tenho lá em casa meu irmão,
tu vai dizer:yeah yeah yeah yeah
Não sei porque tu chora sempre, hoje quando o galo cantou e a nossa brenfa não chegou, corte de faca no isopor
Não sei porque eu não tava lá quando o bicho pegou toda a minha brenfa sem pedir licença
A gritaria rindo anuncia a hora,
eu tô cansado eu vou-me embora vôo de volta pro meu lar
Volto pra casa, pra mulher e pros meus filho
mas não largo do gatilho, essa herança é de lascar
Sendo animal preferi ser o predador,
não sei fingir não sou ator, só vou querer o que quiser
O sanfoneiro toca a música da morte,
com a minha faca eu abro um corte e tu sangra quanto sangue tiver
Tora Tora
ela chegou era da boa, era cheirosa manga-rosa
do jeito que os brasiliense adora adora
Fala mais baixo se dançá tá fudido, e aperta um comprido,
quem aprecia comemora a tora
Vai Trás que é pr'eu ficar em paz,
pode até ser bom demais, só que uma fina assim não faz
Aperta um beck do tamanho desse moleque,
camarão da cabeleira dos cabra que toca reggae
Como troféu de um caçador na sua parede,
37 almas na rede eu levo prá todo lugar
É claro que morrer de tiro ninguém gosta,
então eles grudam nas minhas costas e ficam só me dando azar
Não tem problema minha cabeça tá tranquila,
querem briga façam fila, eu tô aqui e não arredo o pé
Cabra safado em dois tempo te encho de bala
emudeço a tua fala e tu sangra quanto sangue tiver
[endtext]
Tora Tora
Marcadores:
Raimundos
[postlink]
http://sovideonet.blogspot.com/2011/03/boca-de-lata.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=tybFUC_DoIAendofvid
[starttext]
Composição: Rodolfo Abrantes
Conheci uma garota que era uma louca
Desde pequenininha com o dedo na boca
Depois ficou adulta só queria ser rica
Fez vestibular pra puta, hoje é doutora em pica
Ela mordia, era bom, mas me dava dor
Passava o dente na cabecinha que era um horror
Podi crê, eu sei, você é bonita e tem sempre razão
Mas acho que seu aparelho prendeu minha circulação
Boca de lata
Eu, mas meus amigos, vamos de pé
Ela não foge e feito o Roger eu digo: "eu gosto é de mulher"!
Podi crê, vamo lá que você vai ver, que eu vou mostrar pra você
O que faz seu corpo tremer danada
Chega de diz-que-me-diz que agora que eu sou o juíz
E você é minha escrava e fica tão linda quando faz cara de brava
Mas sossega, nessa lei não tem regra, é lá no esfrega, é só relax
Vou te namorar sem complexo e lhe aplicar um suplex,
Vou colar que nem durex, veja bem.
Eu sou o homem que Deus colocou no seu destino
Um absorvente latino, que sai latindo feito o cão
Queimando o filme no salão, eu não tô louco não,
Quem sumiu com meu troco vai tomar muito pipoco
Vai tomar bala no côco
Espera, que agora eu me lembrei que tá na hora
De queimar o motora o produto na calcinha vem do sul
Eu que tava lá quando ela viu "Aperte Um Que O Piloto Sumiu"
Saiu voando feito um urubu, é o meu brasão e toda nação da nação
Feito o Júnior é só uma vez, mulek
E não tem volta não, do cangaço a descendência
Do cerrado de nascença
1999 aí e o Gama fazendo presença de 1ª,
Pra esse microfone funcionar tem que botar pilha
Esse é o Raimundos maluco de Brasília.
[endtext]
[starttext]
Composição: Rodolfo Abrantes
Conheci uma garota que era uma louca
Desde pequenininha com o dedo na boca
Depois ficou adulta só queria ser rica
Fez vestibular pra puta, hoje é doutora em pica
Ela mordia, era bom, mas me dava dor
Passava o dente na cabecinha que era um horror
Podi crê, eu sei, você é bonita e tem sempre razão
Mas acho que seu aparelho prendeu minha circulação
Boca de lata
Eu, mas meus amigos, vamos de pé
Ela não foge e feito o Roger eu digo: "eu gosto é de mulher"!
Podi crê, vamo lá que você vai ver, que eu vou mostrar pra você
O que faz seu corpo tremer danada
Chega de diz-que-me-diz que agora que eu sou o juíz
E você é minha escrava e fica tão linda quando faz cara de brava
Mas sossega, nessa lei não tem regra, é lá no esfrega, é só relax
Vou te namorar sem complexo e lhe aplicar um suplex,
Vou colar que nem durex, veja bem.
Eu sou o homem que Deus colocou no seu destino
Um absorvente latino, que sai latindo feito o cão
Queimando o filme no salão, eu não tô louco não,
Quem sumiu com meu troco vai tomar muito pipoco
Vai tomar bala no côco
Espera, que agora eu me lembrei que tá na hora
De queimar o motora o produto na calcinha vem do sul
Eu que tava lá quando ela viu "Aperte Um Que O Piloto Sumiu"
Saiu voando feito um urubu, é o meu brasão e toda nação da nação
Feito o Júnior é só uma vez, mulek
E não tem volta não, do cangaço a descendência
Do cerrado de nascença
1999 aí e o Gama fazendo presença de 1ª,
Pra esse microfone funcionar tem que botar pilha
Esse é o Raimundos maluco de Brasília.
[endtext]
Boca de lata
Marcadores:
Raimundos
[postlink]
http://sovideonet.blogspot.com/2011/03/pompem.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=WH4ussc3_Tkendofvid
[starttext]
Menininha da cidade foi pro mato e adorou
Tanta variedade de cobra, que apaixonou
Agora ela é viciada, sorriso de orelha a orelha
Atrás da bicharada, vive trepando nas telhas
Menininha da cidade foi pro mato e se soltou
Levou tanta picada, ficou cheia do calor
A noite ela abre a janela que é pra mosquitada entrar
A gente morde nela e ela coça devagar
Mais alto - eu vou subir vamos lá!
Mais alto - eu sou baixinho! Que é que há?
Mais alto - Ela gritava mais alto e raca-raca
ia relando no asfalto
Mais baixo - ia gemendo mais baixo
Mais baixo - o buraquinho é mais embaixo
Mais baixo - ia botando para baixo. Eu digo:
Eita diacho! Ela é feia mas eu sou macho
Entra na peia. Ajoelhou, vai ter que rezar
Deita na teia, aranha malvada, que vai me devorar
Menininha da cidade foi pro mato e se mudou
Casou com um borrachudo que desde o nome ela gostou
Caiçara da mais doida, dos cabelo cheio de nó
Trocou a vida moderna e não larga mais do cipó
Se eu fosse um mosquitinho ia te chupar todo dia
Ia te morder com carinho e nadar na molhadinha
E na noite em que você, dormisse, só de calcinha
Ia pegar na dobrinha onde a carne é bem mais macia
Entra na peia. Ajoelhou, vai ter que rezar
Deita na teia, aranha malvada, que vai me devorar
[endtext]
[starttext]
Menininha da cidade foi pro mato e adorou
Tanta variedade de cobra, que apaixonou
Agora ela é viciada, sorriso de orelha a orelha
Atrás da bicharada, vive trepando nas telhas
Menininha da cidade foi pro mato e se soltou
Levou tanta picada, ficou cheia do calor
A noite ela abre a janela que é pra mosquitada entrar
A gente morde nela e ela coça devagar
Mais alto - eu vou subir vamos lá!
Mais alto - eu sou baixinho! Que é que há?
Mais alto - Ela gritava mais alto e raca-raca
ia relando no asfalto
Mais baixo - ia gemendo mais baixo
Mais baixo - o buraquinho é mais embaixo
Mais baixo - ia botando para baixo. Eu digo:
Eita diacho! Ela é feia mas eu sou macho
Entra na peia. Ajoelhou, vai ter que rezar
Deita na teia, aranha malvada, que vai me devorar
Menininha da cidade foi pro mato e se mudou
Casou com um borrachudo que desde o nome ela gostou
Caiçara da mais doida, dos cabelo cheio de nó
Trocou a vida moderna e não larga mais do cipó
Se eu fosse um mosquitinho ia te chupar todo dia
Ia te morder com carinho e nadar na molhadinha
E na noite em que você, dormisse, só de calcinha
Ia pegar na dobrinha onde a carne é bem mais macia
Entra na peia. Ajoelhou, vai ter que rezar
Deita na teia, aranha malvada, que vai me devorar
[endtext]
Pompem
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http://sovideonet.blogspot.com/2011/03/andar-na-pedra.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=BptoB4nQpjkendofvid
[starttext]
Ia pra praia sempre sem chinelo
E tinha o peito-do-pé amarelo
A sola grossa era feito um pneu
Corria sempre muito mais que eu
Andar na pedra, muleque, em cima da pedra
O novo som vem da lapada do povo falando merda
Porque a planta do pé dói mais quando pisa nas pontudas
Escolho as mais redonda que chama pedra buchuda
Caminha pela trilha que leva por outra trilha
E lá você vai ver a queda d'água e que senhora queda
Lhe peça pra limpar do mal que a tanto tempo assola a Terra.
Pra saber só quem erra que sangra o pé na subida da serra.
Carcaça grossa deixa a marca no chão
Andar na pedra que 'cê seca o pé
Andar na pedra nêga
Carcaça grossa deixa a marca no chão
Andar na pedra que 'cê seca o pé
Andar na pedra nêga
Segura a onda menina, levanta a saia
Eu fico louco ela me enrola e me ensina o rumo da praia
É que o pintor falou que o lado do quadro não tá pra cima.
Conserta que isso é mal da parede que contamina.
Mas feio do que chinelo havaiana a farda de cana é brega
O mato vai crescer no Samanda que ali não pega.
Rumando a rocha eu sigo a dobra
E deixo a onda vir como ela vier
Água me leva e é nisso que eu ponho fé
Carcaça grossa deixa a marca no chão
Andar na pedra que cê seca o pé
Andar na pedra nêga
Carcaça grossa deixa a marca no chão
Andar na pedra que cê seca o pé
Andar na pedra nêga
Carcaça grossa deixa a marca no chão
Andar na pedra que cê seca o pé
Andar na pedra nêga
Carcaça grossa deixa a marca no chão
[endtext]
[starttext]
Ia pra praia sempre sem chinelo
E tinha o peito-do-pé amarelo
A sola grossa era feito um pneu
Corria sempre muito mais que eu
Andar na pedra, muleque, em cima da pedra
O novo som vem da lapada do povo falando merda
Porque a planta do pé dói mais quando pisa nas pontudas
Escolho as mais redonda que chama pedra buchuda
Caminha pela trilha que leva por outra trilha
E lá você vai ver a queda d'água e que senhora queda
Lhe peça pra limpar do mal que a tanto tempo assola a Terra.
Pra saber só quem erra que sangra o pé na subida da serra.
Carcaça grossa deixa a marca no chão
Andar na pedra que 'cê seca o pé
Andar na pedra nêga
Carcaça grossa deixa a marca no chão
Andar na pedra que 'cê seca o pé
Andar na pedra nêga
Segura a onda menina, levanta a saia
Eu fico louco ela me enrola e me ensina o rumo da praia
É que o pintor falou que o lado do quadro não tá pra cima.
Conserta que isso é mal da parede que contamina.
Mas feio do que chinelo havaiana a farda de cana é brega
O mato vai crescer no Samanda que ali não pega.
Rumando a rocha eu sigo a dobra
E deixo a onda vir como ela vier
Água me leva e é nisso que eu ponho fé
Carcaça grossa deixa a marca no chão
Andar na pedra que cê seca o pé
Andar na pedra nêga
Carcaça grossa deixa a marca no chão
Andar na pedra que cê seca o pé
Andar na pedra nêga
Carcaça grossa deixa a marca no chão
Andar na pedra que cê seca o pé
Andar na pedra nêga
Carcaça grossa deixa a marca no chão
[endtext]
Andar na pedra
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http://sovideonet.blogspot.com/2011/03/esporei-na-manivela.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=0e6XfnSLIWQendofvid
[starttext]
Entrei no trem, esporrei na manivela
Cobrador filha-da-puta me jogou pela janela
Caí de quatro com o caralho arregalado
E uma véia muito escrota me mandou pro delegado
O delegado tinha cara de veado e me mandou tomar no cu
Tomei no cu, mas tomei no cu errado
Quando eu menos percebi era o cu do delegado
-O coletivo é muito bom para sarrar
Pois o povo aglomerado sempre tende a se esfregar
Com as nega véia é perna aqui perna acolá
E se a xereca é mal lavada faz a ricota suar
"fala cabeça"
-Se é nos calombos ou nas freadas
Se é nas curvas ou nas estradas
São situações propícias para o ato de sarrar
No coletivo o que manda é a lei do pau
Quem tem, esfrega nos outros
Quem não tem só se dá mal
"Seu delega
É o seguinte
Seu delegado, lebera aí os minino
O Raimundos é gente boa, seu delega
Você também é chegado no negoço aê doutô
O que que é?
Manera malandro.
Aê doutô
Vamo é cantar o rock pra você
Você é gente boa
Rock Menino, pro cacete do delegado!"
[endtext]
[starttext]
Entrei no trem, esporrei na manivela
Cobrador filha-da-puta me jogou pela janela
Caí de quatro com o caralho arregalado
E uma véia muito escrota me mandou pro delegado
O delegado tinha cara de veado e me mandou tomar no cu
Tomei no cu, mas tomei no cu errado
Quando eu menos percebi era o cu do delegado
-O coletivo é muito bom para sarrar
Pois o povo aglomerado sempre tende a se esfregar
Com as nega véia é perna aqui perna acolá
E se a xereca é mal lavada faz a ricota suar
"fala cabeça"
-Se é nos calombos ou nas freadas
Se é nas curvas ou nas estradas
São situações propícias para o ato de sarrar
No coletivo o que manda é a lei do pau
Quem tem, esfrega nos outros
Quem não tem só se dá mal
"Seu delega
É o seguinte
Seu delegado, lebera aí os minino
O Raimundos é gente boa, seu delega
Você também é chegado no negoço aê doutô
O que que é?
Manera malandro.
Aê doutô
Vamo é cantar o rock pra você
Você é gente boa
Rock Menino, pro cacete do delegado!"
[endtext]
Esporei na manivela
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http://sovideonet.blogspot.com/2011/03/me-lambe.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=VLTePjx-2i4endofvid
[starttext]
Composição: Rodolfo Abrantes
O quê?...O que que essa criança tá fazendo aí toda mocinha?
Vê, já sabe rebolar, e hoje em dia quem não sabe?
Se ela der mole eu juro que eu não faço nada
Dá cadeia e é contra o costume
Mas se eu tiver na rua e ela de mão dada com outro cara
Eu morro de ciúme!
E eu contente com as malvada, achando que era o tal
E me aparece essa coisinha
Me dê agora seu telefone, outro dia a gente se liga
Eu quero te levar pra onde dá um frio na barriga
Me fala a verdade...quantos anos você tem?
Eu acho que com a sua idade
Já dá pra brincar de fazer neném...
[REFRÃO]
Como a vista é linda da roda gigante
É... tão grande
Acho que ela viajou que eu era um picolé
Me lambe
No parque de diversões foi que ela virou mulher
Das forte
Menina pega a boneca e bota ela de pé
Sinto, amigo, lhe dizer, mas ela é "de menor"
Isso é crime
Seu guarda, se não fosse eu podia ser pior
Imagine
O homem de cacetete disse, quando me algemou
Que ela só tinha dezessete, que o pai dela era doutor
E que se fosse eu ainda faria igual
Se fosse no ano que vem ia ser normal...
[REFRÃO]
Como a vista é linda da roda gigante
É... tão grande
Acho que ela viajou que eu era um picolé
Me lambe
No parque de diversões foi que ela virou mulher
Das forte
Menina pega a boneca e bota ela de pé 2x
[endtext]
[starttext]
Composição: Rodolfo Abrantes
O quê?...O que que essa criança tá fazendo aí toda mocinha?
Vê, já sabe rebolar, e hoje em dia quem não sabe?
Se ela der mole eu juro que eu não faço nada
Dá cadeia e é contra o costume
Mas se eu tiver na rua e ela de mão dada com outro cara
Eu morro de ciúme!
E eu contente com as malvada, achando que era o tal
E me aparece essa coisinha
Me dê agora seu telefone, outro dia a gente se liga
Eu quero te levar pra onde dá um frio na barriga
Me fala a verdade...quantos anos você tem?
Eu acho que com a sua idade
Já dá pra brincar de fazer neném...
[REFRÃO]
Como a vista é linda da roda gigante
É... tão grande
Acho que ela viajou que eu era um picolé
Me lambe
No parque de diversões foi que ela virou mulher
Das forte
Menina pega a boneca e bota ela de pé
Sinto, amigo, lhe dizer, mas ela é "de menor"
Isso é crime
Seu guarda, se não fosse eu podia ser pior
Imagine
O homem de cacetete disse, quando me algemou
Que ela só tinha dezessete, que o pai dela era doutor
E que se fosse eu ainda faria igual
Se fosse no ano que vem ia ser normal...
[REFRÃO]
Como a vista é linda da roda gigante
É... tão grande
Acho que ela viajou que eu era um picolé
Me lambe
No parque de diversões foi que ela virou mulher
Das forte
Menina pega a boneca e bota ela de pé 2x
[endtext]
Me Lambe
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http://sovideonet.blogspot.com/2011/03/mais-pedida.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=U0BBiDlaGKsendofvid
[starttext]
Composição: Rodolfo / Digão / Fred /Canisso
Nesse show não entra menor,
Um homem censurou, tava de mau humor
Não tinha dormido bem porque não levantou
Pense como ia ser bom
Se nós fizesse um som que ultrapassasse
A barreira das AM, FM e dos elevador
Aí sim, dá um selin
E mostra o seio that you saw
Quando eu te vi o meu calção se abriu
Caiu uma lágrima de um olho, que se for dos dois então é namoro
Meu cabelo é ruim, mas meu terno é de lin
Vou ser seu salgadin, cê vai gostar de mim
Se eu tocar no seu radim
Choro até o fim, só pra rimar com im
Pois se eu ganhar "din din" cê vai gostar de mim
Se eu tocar no seu radim
Por favor, seu locutor,
Ao menos uma vez, melhor se fossem três
Toca o nosso som aí que tu me faz feliz
Se não tocar eu quebro o seu nariz (2x)
Meu cabelo é ruim, mas meu terno é de linho
Vou ser seu salgadinho, cê vai gostar de mim
Se eu tocar no seu radim
Choro até o fim, só pra rimar com im
Pois se eu ganhar "din din" cê vai gostar de mim
Se eu tocar no seu radim
Só assim preu tocar no seu radim
[endtext]
[starttext]
Composição: Rodolfo / Digão / Fred /Canisso
Nesse show não entra menor,
Um homem censurou, tava de mau humor
Não tinha dormido bem porque não levantou
Pense como ia ser bom
Se nós fizesse um som que ultrapassasse
A barreira das AM, FM e dos elevador
Aí sim, dá um selin
E mostra o seio that you saw
Quando eu te vi o meu calção se abriu
Caiu uma lágrima de um olho, que se for dos dois então é namoro
Meu cabelo é ruim, mas meu terno é de lin
Vou ser seu salgadin, cê vai gostar de mim
Se eu tocar no seu radim
Choro até o fim, só pra rimar com im
Pois se eu ganhar "din din" cê vai gostar de mim
Se eu tocar no seu radim
Por favor, seu locutor,
Ao menos uma vez, melhor se fossem três
Toca o nosso som aí que tu me faz feliz
Se não tocar eu quebro o seu nariz (2x)
Meu cabelo é ruim, mas meu terno é de linho
Vou ser seu salgadinho, cê vai gostar de mim
Se eu tocar no seu radim
Choro até o fim, só pra rimar com im
Pois se eu ganhar "din din" cê vai gostar de mim
Se eu tocar no seu radim
Só assim preu tocar no seu radim
[endtext]
A Mais Pedida
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http://sovideonet.blogspot.com/2011/03/i-saw-you-saying.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=dW3_feB5bPYendofvid
[starttext]
Composição: Gabriel Thomas / Rodolfo Abrantes
Reconheci... a Madonna ali parada no jardim
Não resisti... fui perguntar o que ela achava de mim
Eu não sei falar inglês
Ela não entende uma palavra em português
I saw you saying that you say that you saw
I saw you saying that you say that you saw (I fell good)
I feel good because you put your butt on me
I feel good because you put your butt on me
Perguntei para o meu pai
O que ela me disse
Ela disse, meu rapaz|
I saw you saying that you say that you saw (I saw you saying)
I saw you saying that you say that you saw (I fell good)
I feel good because you put your butt on me
I feel good because you put your butt on me
I feel good because you put your butt on...
The hula hula song make me feel so strong
The hula hula hey goodbye I'm going away
The hula hula song make me feel so strong
The hula hula hey goodbye I'm going away (a há)
Because you put your butt on me (a há)
You know you put your butt on me (a há)
You know you put your butt on me
Shalalala yeah yeah yeah yeah yeah
[endtext]
[starttext]
Composição: Gabriel Thomas / Rodolfo Abrantes
Reconheci... a Madonna ali parada no jardim
Não resisti... fui perguntar o que ela achava de mim
Eu não sei falar inglês
Ela não entende uma palavra em português
I saw you saying that you say that you saw
I saw you saying that you say that you saw (I fell good)
I feel good because you put your butt on me
I feel good because you put your butt on me
Perguntei para o meu pai
O que ela me disse
Ela disse, meu rapaz|
I saw you saying that you say that you saw (I saw you saying)
I saw you saying that you say that you saw (I fell good)
I feel good because you put your butt on me
I feel good because you put your butt on me
I feel good because you put your butt on...
The hula hula song make me feel so strong
The hula hula hey goodbye I'm going away
The hula hula song make me feel so strong
The hula hula hey goodbye I'm going away (a há)
Because you put your butt on me (a há)
You know you put your butt on me (a há)
You know you put your butt on me
Shalalala yeah yeah yeah yeah yeah
[endtext]
I Saw You Saying
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Raimundos
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http://sovideonet.blogspot.com/2011/03/mulher-de-fases.html[/postlink]
http://www.youtube.com/watch?v=qEHVDGa9ZWUendofvid
[starttext]
Composição: Rodolfo / Digão / Fred / Canisso
Que mulher ruim
Jogou minhas coisas fora
Disse que em sua cama
Eu não deito mais não
A casa é minha
Você que vai embora
Já pra saia da sua mãe
E deixa meu colchão
Ela é pró na arte
De pentelhar e aziar
É campeã do mundo
A raiva era tanta
Que eu nem reparei
Que a Lua diminuía
A doida tá me beijando a horas
Disse que se for sem eu
Não quer viver mais não
Me diz Deus, o que é que eu faço agora?
Se me olhando desse jeito
Ela me tem na mão, meu filho aguenta
Quem mandou você gostar
Dessa mulher de fases?
Complicada e perfeitinha
Você me apareceu
Era tudo que eu queria
Estrela da sorte
Quando a noite ela surgia
Meu bem você cresceu
Meu namoro é na folhinha
Mulher de fases
Põe fermento, põe as bombas
Qualquer coisa que aumente
A deixe bem maior que o Sol
Pouca gente sabe que na noite
O frio é quente e arde e eu acendi
Até sem luz dá pra te enxergar
O lençol fazendo congo-blue
É pena, eu sei amanhã já vai miar
Se aguente que lá vem chumbo quente
Complicada e perfeitinha
Você me apareceu
Era tudo que eu queria
Estrela da sorte
Quando a noite ela surgia
Meu bem você cresceu
Meu namoro é na folia
Mulher de fases
[endtext]
[starttext]
Composição: Rodolfo / Digão / Fred / Canisso
Que mulher ruim
Jogou minhas coisas fora
Disse que em sua cama
Eu não deito mais não
A casa é minha
Você que vai embora
Já pra saia da sua mãe
E deixa meu colchão
Ela é pró na arte
De pentelhar e aziar
É campeã do mundo
A raiva era tanta
Que eu nem reparei
Que a Lua diminuía
A doida tá me beijando a horas
Disse que se for sem eu
Não quer viver mais não
Me diz Deus, o que é que eu faço agora?
Se me olhando desse jeito
Ela me tem na mão, meu filho aguenta
Quem mandou você gostar
Dessa mulher de fases?
Complicada e perfeitinha
Você me apareceu
Era tudo que eu queria
Estrela da sorte
Quando a noite ela surgia
Meu bem você cresceu
Meu namoro é na folhinha
Mulher de fases
Põe fermento, põe as bombas
Qualquer coisa que aumente
A deixe bem maior que o Sol
Pouca gente sabe que na noite
O frio é quente e arde e eu acendi
Até sem luz dá pra te enxergar
O lençol fazendo congo-blue
É pena, eu sei amanhã já vai miar
Se aguente que lá vem chumbo quente
Complicada e perfeitinha
Você me apareceu
Era tudo que eu queria
Estrela da sorte
Quando a noite ela surgia
Meu bem você cresceu
Meu namoro é na folia
Mulher de fases
[endtext]
Mulher de Fases
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